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| Companhia das Letras |
Eu nem ia postar mais nada essa semana, mas um acontecimento de hoje a tarde na Bienal do Rio 2019, me fez querer ir aqui desabafar e mostrar o que as editoras e youtubers falaram sobre o ocorrido, que por sinal foi preconceituoso e muito antiquado.
Diante da censura feita por Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, ao quadrinho Vingadores: A Cruzada das Crianças e da fiscalização para identificar livros considerados “impróprios” na Bienal do Livro Rio, a editora de livros Companhia das Letras, Morro Branco, Editora Intrinseca, Galera Record, Editora Draco e tantas outras, se manifestam seu repúdio todo e qualquer ato de censura nas redes sciais, e se posicionam, mais uma vez, a favor da liberdade de expressão.
Diante da censura feita por Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, ao quadrinho “Vingadores: A Cruzada das Crianças” e da fiscalização para identificar livros considerados “impróprios” na Bienal do Livro Rio, a Companhia das Letras manifesta seu repúdio a todo e qualquer ato de censura e se posiciona, mais uma vez, a favor da liberdade de expressão.“Ficamos orgulhosos com a posição da organização da Bienal do Rio em defesa da liberdade de expressão e da diversidade. Ela mostra com dignidade a vocação e vontade dos editores. Posturas como a do prefeito Marcelo Crivella e do governador João Doria – que recentemente mandou recolher uma apostila escolar que falava sobre diversidade sexual – tentam colocar a sociedade brasileira em tempos medievais, quando as pessoas não tinham a liberdade de expressar suas identidades. Eles desprezam valores fundamentais da sociedade e tentam impedir o acesso à informação séria, que habilita os jovens a entrar na fase adulta mais preparados para uma vida feliz. Essas medidas, mais a suspensão do edital que daria apoio a produção de filmes LGBTQ+ por parte do governo federal, indicam uma perigosa ascensão do clima de censura no país – flagrantemente inconstitucional – e que traz a marca de um indesejável sentimento de intolerância discriminatória”, diz Luiz Schwarcz, CEO e fundador da Companhia das Letras






