Autor:Markus Zusak, autor de "A menina que roubava livros"
Editora: Intrínseca
Ano: 2013 Páginas: 176
Cameron Wolfe é o
caçula de três irmãos, e o mais quieto da família. Não é nada parecido com
Steve, o irmão mais velho e astro do futebol, nem com Rube, o do meio, cheio de
charme e coragem e que a cada semana está com uma garota nova.
Cameron daria tudo para se aproximar de uma garota
daquelas, para amá-la e tratá-la bem, e gosta especialmente da mais recente
namorada de Rube, Octavia, com suas ideias brilhantes e olhos verde-mar.
Cameron e Rube sempre foram leais um com o outro, mas isso é colocado à prova
quando Cam se apaixona por Octavia. Mas por que alguém como ela se interessaria
por um perdedor como ele? Octavia, porém, sabe que Cameron é mais interessante
do que pensa. Talvez ele tenha algo a dizer, e talvez suas palavras mudem tudo:
as vitórias, os amores, as derrotas, a família Wolfe e até ele mesmo.
Sinopse: Livro de estreia do
roteirista norte-americano Stephen Chbosky,As Vantagens de ser Invisívelsai no Brasil pela
coleção Batendo de Frente da Rocco Jovens Leitores, cuja proposta é pôr o jovem
em confronto com realidades cáusticas. Não poderia ser diferente. Ao mesmo
tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um
adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo
nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando
territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e
ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes
ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas
familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir
"infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e
angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky
capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma
narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que
não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as
cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e
futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora
como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem
que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em
qualquer lugar do mundo.
O cheiro de livros me dá as boas-vindas imediatamente e eu me sinto em casa. Pode me chamar de Alice, tenho 22 anos (com carinha de 15). Aqui você vai encontrar de tudo um pouco, porque sou uma estudante de publicidade eclética e hiperativa de 6h às 18h.